A Alegria Do Primeiro Amor

"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as
primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e
removerei do seu lugar o teu candeeiro" (Apocalipse 2:4, 5).


Um religioso declarou: "Nos primeiros cinco anos de meu
ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que
dizia: 'Ganhe o Mundo para Cristo'. Nos cinco anos seguintes
de meu ministério, eu troquei o quadro para: 'Ganhe Um ou
Dois para Cristo'. Depois dos primeiros dez anos, o quadro
em minha escrivaninha, até hoje, diz: 'Tente não perder
Muitos."


O que tem sido feito de nossa motivação na obra de Deus?
Para onde seguiu a alegria do primeiro amor? Aquele ímpeto
inicial, aquela determinação, a prioridade do "buscar em
primeiro lugar o reino de Deus", por que não têm a mesma
força de antes?


Quando Cristo toma o lugar principal em nosso coração, a
nossa alma se enche de regozijo e não há nada mais agradável
para nós do que estar diante dEle, louvar o Seu nome, ler a
Sua Palavra, compartilhar a Sua salvação. E essa felicidade
que deveria ser eterna, muitas vezes vai se esfriando,
apagando, desaparecendo, até ser totalmente esquecida.
Quando nos damos conta, estamos novamente tristes,
desanimados, angustiados, sem o brilho característico dos
vitoriosos.


Diga agora mesmo: basta! Basta de enganos, de infortúnios,
de mentiras, de vida sem sentido. Volte a hastear a bandeira
da felicidade e da vida abundante e verdadeira. Segure as
mãos do Senhor e não as largue por motivo algum deste mundo.


Se você se mantiver firme ao lado de Cristo, seu candeeiro
espiritual iluminará cada vez mais a Sua vida, a sua casa e
os lugares por onde passar. Seu primeiro amor será um quadro
que jamais será tirado da escrivaninha de seu coração.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Cristão e a Sexualidade

A sexualidade envolve o que há de mais íntimo na vida do ser humano. Dependendo do modo como é usufruída, ela tanto pode produzir resultados positivos quanto negativos, seja na área biológica, sociológica, psicológica ou espiritual.


Alguns líderes evangélicos não dão a devida importância que o assunto requer. Uns se recusam a falar sobre sexo porque acham que ele não tem nada a ver com os princípios do cristianismo, e, conseqüentemente, não teria nenhuma relevância. Já outros são tolhidos pela timidez ou acham-se incapazes de ensinar à sua igreja sobre o assunto.

E o resultado é que muitas vezes os problemas de relacionamento entre casais ficam sem solução ou geram separação, porque os cônjuges não receberam um ensino adequado, nem foram orientados sobre como deveriam agir em meio aos conflitos.

Existem crentes que, quando o assunto é sexo, defendem idéias absurdas. Dizem, por exemplo, que Deus criou o homem e permitiu que o diabo inventasse o sexo. Para uma grande maioria, a sexualidade está muito mais associada ao erro e ao pecado do que a algo bom, criado por Deus.

Porém, antes de julgar se o sexo é bom ou mau, precisamos saber quem o criou, com que finalidade ele foi criado e o que devemos fazer para tornar a sexualidade um relacionamento prazeroso.

Deus criou o homem e a mulher, e colocou órgãos genitais diferentes em cada um deles. Ele criou também os hormônios, que atuam na área da sexualidade masculina e são chamados de testosterona. Na mulher, estes hormônios são conhecidos como estrógeno. Deus criou na glande do pênis e no clitóris milhares de vasos sanguíneos, que armazenam uma grande quantidade de sangue para aumentar a sensibilidade. Em suma, Deus deu ao homem o desejo, a libido.

Deus criou o pênis no homem. Um tecido cavernoso que contém grandes espaços venosos, ligados por tecido fibroso revestido de pele. Deus criou os testículos, que são dois órgãos glandulares. Entre outras funções estes órgãos fabricam os espermatozóides e elaboram a testosterona.

Deus criou os canais ejaculadores, que são condutos formados pela união das vesículas seminais com os canais seminíferos. Deus criou o escroto, que é uma estrutura que encerra o testículo, o epidídimo, a parte inferior do canal deferente e o cordão espermático. E por fim Deus também criou as glândulas bulbo-uretrais. Estas segregam o sêmen, líquido que contém mucina, proteínas, água, sais minerais e cerca de 70 milhões de espermatozóides por centímetro quadrado.

Na mulher Deus criou um canal músculo-membranoso extremamente dilatável, medindo aproximadamente entre 8 e 9 centímetros de comprimento, chamado vagina. Deus criou nela os ovários, constituído por duas pequenas glândulas em forma de amêndoa, situadas na cavidade pélvica de cada lado do útero. A função dos ovários é produzir, desenvolver e amadurecer os óvulos. Eles também produzem pelo menos dois tipos de hormônios: estrogênio e progesterona.

Deus criou as trompas de falópio, tubos finos que se estendem da cavidade peritonial ao útero. Através delas os óvulos liberados dos ovários chegam ao útero. Deus criou o útero, que é um órgão muscular em forma de pêra, situado no centro da cavidade pélvica, atrás da bexiga. Durante a gravidez, o útero aumenta consideravelmente, atingindo um comprimento que ultrapassa 30 centímetros. Por fim Deus criou a vulva, que é o conjunto dos órgãos genitais externos.

Os desejos íntimos

Agora perguntamos: por que Deus criou estes dois órgãos genitais que acabamos de analisar? Será Ele um tipo masoquista que criaria no homem desejos naturais que não podem ser satisfeitos? Por que existem milhares de terminações nervosas no corpo do homem que faz com que a sensualidade seja despertada com um simples toque? Para que Deus criou tudo isso? Para brincar com os nossos sentimentos e as nossas emoções?

Deus criou a sexualidade no homem e na mulher para despertar neles a vontade de unirem os seus corpos e saciarem os seus desejos mais íntimos. A sexualidade mata no homem a fome de intimidade que ele tem.

(Trecho do livro O Cristão e a Sexualidade, do Pastor Silas Malafaia)

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