A Alegria Do Primeiro Amor

"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as
primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e
removerei do seu lugar o teu candeeiro" (Apocalipse 2:4, 5).


Um religioso declarou: "Nos primeiros cinco anos de meu
ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que
dizia: 'Ganhe o Mundo para Cristo'. Nos cinco anos seguintes
de meu ministério, eu troquei o quadro para: 'Ganhe Um ou
Dois para Cristo'. Depois dos primeiros dez anos, o quadro
em minha escrivaninha, até hoje, diz: 'Tente não perder
Muitos."


O que tem sido feito de nossa motivação na obra de Deus?
Para onde seguiu a alegria do primeiro amor? Aquele ímpeto
inicial, aquela determinação, a prioridade do "buscar em
primeiro lugar o reino de Deus", por que não têm a mesma
força de antes?


Quando Cristo toma o lugar principal em nosso coração, a
nossa alma se enche de regozijo e não há nada mais agradável
para nós do que estar diante dEle, louvar o Seu nome, ler a
Sua Palavra, compartilhar a Sua salvação. E essa felicidade
que deveria ser eterna, muitas vezes vai se esfriando,
apagando, desaparecendo, até ser totalmente esquecida.
Quando nos damos conta, estamos novamente tristes,
desanimados, angustiados, sem o brilho característico dos
vitoriosos.


Diga agora mesmo: basta! Basta de enganos, de infortúnios,
de mentiras, de vida sem sentido. Volte a hastear a bandeira
da felicidade e da vida abundante e verdadeira. Segure as
mãos do Senhor e não as largue por motivo algum deste mundo.


Se você se mantiver firme ao lado de Cristo, seu candeeiro
espiritual iluminará cada vez mais a Sua vida, a sua casa e
os lugares por onde passar. Seu primeiro amor será um quadro
que jamais será tirado da escrivaninha de seu coração.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A Morte E Os Impostos



"e a vós, quando estáveis mortos nos vossos delitos e na
incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com
ele, perdoando-nos todos os delitos; e havendo riscado o
escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças,
o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós,
cravando-o na cruz" (Colossenses 2:13, 14).


É um dito popular mas, verdadeiro: a morte e os impostos são
as duas coisas certas que teremos de enfrentar. Mas existe
uma diferença: nós sabemos qual o dia exato dos impostos e
não sabemos qual o dia de nossa morte. Nós podemos separar o
dinheiro para pagar os impostos, mas, que provisão podemos
fazer para o dia da morte? Se nós morrermos antes de nossos
impostos serem pagos, eles não serão perdoados. O governo os
cobrará de nossa propriedade. Se nós morrermos como
pecadores não arrependidos, nossos pecados não serão
perdoados depois da morte. Nós teremos que pagar por eles
dali por diante. Mas existe outra diferença: Deus nos deu
uma maneira de escapar das penalidades. Ele já pagou o preço
por nossos pecados - os seus e os meus. Tudo que Ele pede é
que você aceite o que Ele fez por você em um espírito
verdadeiro de arrependimento e fé.


Como é maravilhoso saber que, embora sejamos pecadores e
infiéis diante do nosso Deus, Ele nos ama e deseja que
experimentemos a verdadeira felicidade, tanto aqui neste
mundo como em toda a eternidade.


Os nossos pecados nos afastam do Senhor. A nossa
incredulidade e rebeldia não são compatíveis com a Sua
santidade. Deveríamos pagar por nossos erros. Deveríamos
ficar distantes das bênçãos celestiais. Nada merecemos dEle
e não deveríamos contar com Sua proteção e cuidados. Mas Ele
nos amou! Mesmo sem merecer nós tivemos o direito de ter
comunhão com Ele e permanecer em Sua presença. Ele enviou
Seu Filho, único, santo, perfeito, sem pecados. Ele veio e
ofereceu-se para pagar por todos os nossos pecados.Ele se
sacrificou na cruz. Foi desprezado e humilhado. Morreu
porque nos amou. Morreu para que tivéssemos vida. Morreu
para que estivéssemos para sempre no Céu, após a nossa
morte.


Nossa conta foi paga! Não devemos mais nada a não ser os
impostos. No extrato celestial não há débitos. Estamos
livres. Estamos salvos. Como somos felizes!

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