A Alegria Do Primeiro Amor

"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as
primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e
removerei do seu lugar o teu candeeiro" (Apocalipse 2:4, 5).


Um religioso declarou: "Nos primeiros cinco anos de meu
ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que
dizia: 'Ganhe o Mundo para Cristo'. Nos cinco anos seguintes
de meu ministério, eu troquei o quadro para: 'Ganhe Um ou
Dois para Cristo'. Depois dos primeiros dez anos, o quadro
em minha escrivaninha, até hoje, diz: 'Tente não perder
Muitos."


O que tem sido feito de nossa motivação na obra de Deus?
Para onde seguiu a alegria do primeiro amor? Aquele ímpeto
inicial, aquela determinação, a prioridade do "buscar em
primeiro lugar o reino de Deus", por que não têm a mesma
força de antes?


Quando Cristo toma o lugar principal em nosso coração, a
nossa alma se enche de regozijo e não há nada mais agradável
para nós do que estar diante dEle, louvar o Seu nome, ler a
Sua Palavra, compartilhar a Sua salvação. E essa felicidade
que deveria ser eterna, muitas vezes vai se esfriando,
apagando, desaparecendo, até ser totalmente esquecida.
Quando nos damos conta, estamos novamente tristes,
desanimados, angustiados, sem o brilho característico dos
vitoriosos.


Diga agora mesmo: basta! Basta de enganos, de infortúnios,
de mentiras, de vida sem sentido. Volte a hastear a bandeira
da felicidade e da vida abundante e verdadeira. Segure as
mãos do Senhor e não as largue por motivo algum deste mundo.


Se você se mantiver firme ao lado de Cristo, seu candeeiro
espiritual iluminará cada vez mais a Sua vida, a sua casa e
os lugares por onde passar. Seu primeiro amor será um quadro
que jamais será tirado da escrivaninha de seu coração.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A Bandeira Que Garante A Vida

"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de
Deus é a vida eterna por Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos
6:23).


O grande pastor inglês, Charles Haddon Spurgeon, falou de um
homem que havia sido condenado à morte por um tribunal
espanhol. Como ele era um cidadão americano, nascido na
Inglaterra, os cônsules de ambos os países resolveram
intervir a seu favor. Justificaram que as autoridades
espanholas não tinham o direito de tirar sua vida, mas, seus
protestos foram ignorados. Por fim, enrolaram o prisioneiro
com as bandeiras dos Estados Unidos e da Inglaterra.
Desafiando o executor, os cônsules emitiram uma advertência:
"Atire, se for ousado. E, se o fizer, terá os poderes de
duas grandes nações contra você!" O prisioneiro permaneceu
lá, mas, não houve nenhum disparo. Guardado pelas duas
bandeiras e os governos que elas representavam, o
prisioneiro estava totalmente protegido.


Muitas vezes nos vemos prisioneiros de um mundo que nada tem
a nos oferecer a não ser uma vida de sofrimentos. Vivemos
rodeados de incertezas, de angústias, de decepções. Estamos
prestes a sucumbir e nenhuma esperança existe em nossos
corações. O pecado nos domina e ele nos conduz à morte.


Mas, esta morte espiritual ainda pode ser evitada. Existe
uma bandeira à nossa disposição! E ela não foi trazida por
um cônsul de um país poderoso, mas, pelo Todo Poderoso
Senhor do universo. Esta bandeira nos foi oferecida quando
Jesus, o Filho do Deus vivo, se ofereceu para morrer na cruz
em nosso lugar. Ele morreu para que fôssemos libertos da
morte. E, ao morrer na cruz, a bandeira celestial foi
enrolada em nós como garantia de nossa liberdade. Estamos
salvos! Estamos livres! Fomos comprados pelo sangue de
Cristo.


Os enganos do mundo não têm poder contra a bandeira da vida.
Os vícios do mundo não podem atingir a bandeira da vida. O
pecado não pode consumir aqueles que estão protegidos pela
bandeira da vida. Somos mais que vencedores!


O Senhor é a nossa bandeira.

Nenhum comentário:

Postar um comentário