A Alegria Do Primeiro Amor

"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as
primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e
removerei do seu lugar o teu candeeiro" (Apocalipse 2:4, 5).


Um religioso declarou: "Nos primeiros cinco anos de meu
ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que
dizia: 'Ganhe o Mundo para Cristo'. Nos cinco anos seguintes
de meu ministério, eu troquei o quadro para: 'Ganhe Um ou
Dois para Cristo'. Depois dos primeiros dez anos, o quadro
em minha escrivaninha, até hoje, diz: 'Tente não perder
Muitos."


O que tem sido feito de nossa motivação na obra de Deus?
Para onde seguiu a alegria do primeiro amor? Aquele ímpeto
inicial, aquela determinação, a prioridade do "buscar em
primeiro lugar o reino de Deus", por que não têm a mesma
força de antes?


Quando Cristo toma o lugar principal em nosso coração, a
nossa alma se enche de regozijo e não há nada mais agradável
para nós do que estar diante dEle, louvar o Seu nome, ler a
Sua Palavra, compartilhar a Sua salvação. E essa felicidade
que deveria ser eterna, muitas vezes vai se esfriando,
apagando, desaparecendo, até ser totalmente esquecida.
Quando nos damos conta, estamos novamente tristes,
desanimados, angustiados, sem o brilho característico dos
vitoriosos.


Diga agora mesmo: basta! Basta de enganos, de infortúnios,
de mentiras, de vida sem sentido. Volte a hastear a bandeira
da felicidade e da vida abundante e verdadeira. Segure as
mãos do Senhor e não as largue por motivo algum deste mundo.


Se você se mantiver firme ao lado de Cristo, seu candeeiro
espiritual iluminará cada vez mais a Sua vida, a sua casa e
os lugares por onde passar. Seu primeiro amor será um quadro
que jamais será tirado da escrivaninha de seu coração.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Cruz Era Nossa




"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho
unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna" (João 3:16).


O erudito escocês, William Barclay, compartilhou a história
de um missionário que foi enviado a um vilarejo na Índia
para proclamar o nome de Jesus. Após expor a Palavra de
Deus, o missionário apresentou uma sequência de slides,
projetados em uma parede caiada que servia de tela. Quando
uma figura de Cristo pregado na cruz apareceu, um dos homens
presentes jogou-se aos pés da figura e exclamou: "Desça
dessa cruz, Filho de Deus. Eu, não você, deveria estar
pregado nela!"


Aquele homem tinha toda a razão para pensar daquela maneira.
Ele reconhecia que o pecador era ele e não o Senhor Jesus. O
Filho de Deus esteve neste mundo e sempre esteve diante do
Pai em santidade e fidelidade. Sofreu as mesmas tentações
que todos nós sofremos mas jamais cedeu a qualquer uma
delas. Foi levado à cruz não porque pecou, mas porque nós
pecamos. Ele pagou, em nosso lugar, o preço do pecado.


Pelo sacrifício de Cristo nos tornamos também filhos de
Deus. Podemos entrar, com liberdade, na presença do Pai
celestial. Seu sangue derramado na cruz permitiu que, pela
fé, tenhamos nossos nomes escritos no Livro da Vida. Pelo
Seu imenso amor nós podemos aguardar a vida eterna nos Céus
de glória.


Que valor temos dado a este tão grande amor? Como temos
agido, como cristãos, diante de Deus? Temos mostrado
gratidão? temos testemunhado da bênção da salvação? Temos
abandonado as queixas e murmurações, trocando-as por louvor
e adoração? Temos mostrado o brilho do Senhor em todos os
lugares por onde caminhamos?


Cristo doou-Se por nós, ofereceu o Seu amor sem que o
merecêssemos, deu-nos a oportunidade de experimentar a
verdadeira felicidade. Você a está desfrutando?

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