A Alegria Do Primeiro Amor

"Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as
primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e
removerei do seu lugar o teu candeeiro" (Apocalipse 2:4, 5).


Um religioso declarou: "Nos primeiros cinco anos de meu
ministério, eu mantive um quadro em minha escrivaninha que
dizia: 'Ganhe o Mundo para Cristo'. Nos cinco anos seguintes
de meu ministério, eu troquei o quadro para: 'Ganhe Um ou
Dois para Cristo'. Depois dos primeiros dez anos, o quadro
em minha escrivaninha, até hoje, diz: 'Tente não perder
Muitos."


O que tem sido feito de nossa motivação na obra de Deus?
Para onde seguiu a alegria do primeiro amor? Aquele ímpeto
inicial, aquela determinação, a prioridade do "buscar em
primeiro lugar o reino de Deus", por que não têm a mesma
força de antes?


Quando Cristo toma o lugar principal em nosso coração, a
nossa alma se enche de regozijo e não há nada mais agradável
para nós do que estar diante dEle, louvar o Seu nome, ler a
Sua Palavra, compartilhar a Sua salvação. E essa felicidade
que deveria ser eterna, muitas vezes vai se esfriando,
apagando, desaparecendo, até ser totalmente esquecida.
Quando nos damos conta, estamos novamente tristes,
desanimados, angustiados, sem o brilho característico dos
vitoriosos.


Diga agora mesmo: basta! Basta de enganos, de infortúnios,
de mentiras, de vida sem sentido. Volte a hastear a bandeira
da felicidade e da vida abundante e verdadeira. Segure as
mãos do Senhor e não as largue por motivo algum deste mundo.


Se você se mantiver firme ao lado de Cristo, seu candeeiro
espiritual iluminará cada vez mais a Sua vida, a sua casa e
os lugares por onde passar. Seu primeiro amor será um quadro
que jamais será tirado da escrivaninha de seu coração.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A Bênção Que Insistimos Em Não Buscar



"Os leõezinhos necessitam e sofrem fome, mas àqueles que
buscam ao Senhor, bem algum lhes faltará" (Salmos 34:10).


John R. W. Stott admitiu, certa vez, uma verdade que muitos
de nós sentimos mas não confessamos: "A fonte de mais
profunda alegria, ou seja, estar a sós e sem qualquer pressa
diante de Deus, certo de Sua presença, com meu coração
aberto à adoração, é, frequentemente, a coisa que menos
desejo fazer."


É estranho reconhecer que sabemos onde está a fonte de nossa
felicidade sem que a busquemos, mesmo nada havendo que nos
impeça de procurá-la. Fazemos de tudo para alcançar a
realização de nossos sonhos; empenhamo-nos em ir a todos os
lugares que nos indicam e não descansamos um só momento
nesta caminhada. Sofremos pelos fracassos, angustiamo-nos
pelo tempo perdido e, às vezes, chegamos ao porto de nossas
realizações quando já há pouco tempo para desfrutar da
alegria que "sempre soubemos onde estava."


Na presença do Senhor está a paz que ansiamos, o amor que
mudará toda a nossa forma de pensar, a alegria que tanto nos
faz falta, a vida abundante que nos deixará antever o que
nos espera na vida eterna.


E por que viramos as costas a Deus? Por que teimamos em nos
afastar dele? O que podem ter as luzes do mundo para desviar
nossos olhos e pensamentos do Senhor? Talvez o encantamento
da aventura, a excitação provocada pela tomada de posição
rebelde, a magia do conhecimento do desconhecido.


Mas tudo isso contribui apenas para que percamos as bênçãos
que o Senhor nos tem destinado. Com Ele as aventuras são
muito mais agradáveis porque gozaremos da alegria daqueles
que caminham longe dele, sem o perigo de perder o rumo e a
salvação.


Que possamos lutar contra nossos desejos carnais e oferecer
ao Senhor, em Sua presença, os melhores momentos de nossa
vida.

Nenhum comentário:

Postar um comentário